E ontem eu estava afim de um programa leve, um teatro, cinema ou coisa do tipo.
Acabei indo ao cinema com uma prima e amigos. Não sabia ainda o que íamos assistir. Íamos decidir lá. Dentre as opções que estavam em cartaz e que eu ainda não tinha visto estavam Harry Porter, A Proposta, Halloween - O Início, Mulher Invisível (Deus me livre da Luana Piovanni) e um que até então não tinha ouvido falar, O Contador de Histórias.
O cartaz, branco e com algumas imagens do filme em recorte, passou inicialmente a impressão de que lá iria eu assistir mais um filme água com açúcar novamente. Qual não foi minha surpresa na sala de projeção ao me deparar com uma história dramática, mas ao mesmo tempo envolvente e contada de uma forma única.
Pra você que nunca ouviu falar, olha a sinopse oficial:
Acredite, a sinopse apesar de grande e bem reveladora não faz o filme perder seu encanto. Já tinha visto a história de Roberto Carlos Ramos durante sua entrevista no Programa do Jô a um tempão atrás. Difícil é acreditar como uma pessoa que passou por tudo que ele passou, possa ser tão simpática e carismática o quanto ele se apresentou no programa e se apresenta no final do filme enquanto rola os créditos na tela.
Verdadeiramente uma lição de vida e uma prova de que para o verdadeiro amor não há barreiras que não possam ser quebradas. Assista o trailler e pegue o gostinho:
E então? O que ainda está fazendo ai? Desliga logo o computador e vá logo ao cinema. Além de prestigiar o nosso cinema nacional (que está cada vez mais ficando melhor) você ainda vai ver uma excelente história.
Bom filme. ;)
PS: Desculpa o palavrão do título da postagem, mas puta que lá merda que filme bom! Rs.
Acabei indo ao cinema com uma prima e amigos. Não sabia ainda o que íamos assistir. Íamos decidir lá. Dentre as opções que estavam em cartaz e que eu ainda não tinha visto estavam Harry Porter, A Proposta, Halloween - O Início, Mulher Invisível (Deus me livre da Luana Piovanni) e um que até então não tinha ouvido falar, O Contador de Histórias.
O cartaz, branco e com algumas imagens do filme em recorte, passou inicialmente a impressão de que lá iria eu assistir mais um filme água com açúcar novamente. Qual não foi minha surpresa na sala de projeção ao me deparar com uma história dramática, mas ao mesmo tempo envolvente e contada de uma forma única.
Pra você que nunca ouviu falar, olha a sinopse oficial:
Minas Gerais, anos 70. Nascido em uma favela de Belo Horizonte , filho caçula de dez irmãos, aos seis anos de idade Roberto Carlos Ramos foi "escolhido" pela mãe para ser interno em uma situação oficial que, segundo a propaganda da TV, preparava crianças para serem "médicos, advogados, engenheiros".
A realidade se revelou , no entanto bastante diferente para o menino até então criado em uma família e dotado de pródiga imaginação. Apesar das dificuldades em ser alfabetizado, o pequeno Roberto logo aprendeu as leis da sobrevivência na instituição: problema de aprendizado rendia um biscoito, falar palavrão impunha moral, fingir doença, um naco extra de comida. Para driblar a adversidade, Roberto usa seu melhor instrumento: a incrível capacidade de criar situações e imagens para transformar a realidade.
Na adolescência, Roberto muda de instituição onde as leis são ainda mais duras e incluem violência psicológica, castigos corporais e uma total ausência de esperança ou possibilidade de mudança. Roberto e alguns internos logo descobrem o caminho das ruas, das drogas e dos pequenos delitos. Em busca de segurança, Roberto tenta associar-se a um grupo ainda mais violento. Aos 13 anos, ainda analfabeto, depois de mais de 100 tentativas de fuga, separado da família, Roberto carrega o estigma de "irrecuperável".
Em visita à instituição, a pedagoga francesa Margherit Duvas (Maria de Medeiros) aproxima-se de Roberto com duas expressões que jamais lhe foram dirigidas - "com licença" e "por favor". Este foi o começo de uma emocionante e bem-sucedida história de afeto e dedicação que rendem frutos até hoje: Roberto Carlos Ramos, formado em pedagogia é considerado um dos melhores contadores de história do mundo. Depois de formado, voltou à instituição em que cresceu - mas como professor. E já adotou mais de 20 meninos de rua, muitos, de início, "irrecuperáveis", como ele foi.
Acredite, a sinopse apesar de grande e bem reveladora não faz o filme perder seu encanto. Já tinha visto a história de Roberto Carlos Ramos durante sua entrevista no Programa do Jô a um tempão atrás. Difícil é acreditar como uma pessoa que passou por tudo que ele passou, possa ser tão simpática e carismática o quanto ele se apresentou no programa e se apresenta no final do filme enquanto rola os créditos na tela.
Verdadeiramente uma lição de vida e uma prova de que para o verdadeiro amor não há barreiras que não possam ser quebradas. Assista o trailler e pegue o gostinho:
E então? O que ainda está fazendo ai? Desliga logo o computador e vá logo ao cinema. Além de prestigiar o nosso cinema nacional (que está cada vez mais ficando melhor) você ainda vai ver uma excelente história.
Bom filme. ;)
PS: Desculpa o palavrão do título da postagem, mas puta que lá merda que filme bom! Rs.

2 comentários:
Eu vi uma entrevista dele também, de Roberto Carlos Ramos, e me comoveu sua história e ao mesmo tempo o modo como pôde dar sentido a sua vida e a tudo que passou. Um exemplo de pessoa...
11 de agosto de 2009 às 10:14Estou louca para assistir, pena que aqui em Natal ainda não estreou. Natal = interior, kkk Mas a gente supera.
Ah! Palavrão às vezes, ou melhor, na maioria das vezes é uma puta de uma forma de se expressar. Hehehe
bjo!
Bel, nada nessa vida acontece por acaso, a história do Roberto é mais uma que nos comprova a grande trama que é esse universo. Se todo o sofrimento que ele passou levou a ser a pessoa boa que é hoje, então o sofrimento é válido.
12 de agosto de 2009 às 05:08Não deixe de assistir, o fim é muito bom e tocante.
E sim, o palavrão as vezes é uma puta de uma forma de expressão. Rsrsrs.
Beijos e obrigado pela visita linda.
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